Organização:
RNP


Patrocínio:
Embratel

Sun Microsystems

Extreme Networks

Furukawa

Global Crossing

Intel

PadTec


Painel de Redes Ópticas Experimentais

Programa Tidia
Teresa Cristina de Carvalho (USP)

Optical Networks for the Internet of the Future: the Chilean Experience
walter_grote.pdf
Walter Grote (UFSTM)
walter@elo.utfsm.cl

Walter Grote é pesquisador do Departamento de Eletrônica da Universidad Tecnica Federico Santa Maria (UTFSM) desde 1974. Obteve título de Engenheiro Civil Eletrônico da UTFSM em 1975. Obteve o grau de M.Sc. em Engenharia Elétrica. do Polytechnic Institute of NY e o grau de Ph.D em Engenharia Elétrica da Polytechnic University em 1984 e 1992, respectivamente. Tem atuado como pesquisador em diversos projetos FONDECYT, FONDEF, FDI e FONTEC. Sua área de desenvolvimento profissional se concentra em telefonia, comunicações wireless, redes de dados e protocolos de acceso múltiplo.

Evolução do Projeto Giga
Ney Castro (RNP)

Projeto Óptico da Rede Giga
Fábio Donatti Simões (CPqD)

Projeto IP da Rede Giga
raniery_pontes.pdf
Raniery Pontes (RNP)
raniery@rnp.br

Raniery Pontes integra a equipe do Centro de Engenharia e Operações (CEO) da RNP, como analista de operações. É formado em Engenharia Eletrônica pela UFPA e Mestre em Engenharia de Telecomunicações pela PUC-RIO, no Centro de Estudos em Telecomunicações (CETUC). Tem trabalhado ativamente no planejamento e operação do backbone IP nacional RNP2, especialmente nas áreas de roteamento interno e externo e na implantação do serviço de multicast na rede. Mais recentemente, tem se envolvido diretamente com atividades do projeto GIGA no âmbito do planejamento da rede IP e definição de serviços.

P&D Projeto Giga
Michael Stanton (RNP)



Painel de Redes de Pesquisa e Educação

Redes Comunitárias
robert_proulx.pdf
Robert Proulx (Xit Telecom)
rproulx@xittelecom.com

Robert Proulx formou-se em Engenharia Elétrica na Escola Politécnica (École Polytechnique) de Montreal em 1977 e conclui seu Mestrado na Universidade Mc Gill (Mc Gill University) em 1981. Robert Proulx é Presidente e fundador da Xit Telecom Inc (antiga divisão de telecomunicações da IMS Experts-Conseils). Ele esteve envolvido nos estudos e no desenvolvimento de projetos privados de fibras óticas em mais de 35 divisões escolares na província do Quebec e 6 outras províncias do país, bem como em mais de 60 municípios, incluindo grandes cidades no Canadá, EUA e outros países. Robert Proulx também esteve envolvido na distribuição da rede privada de fibra ótica RISQ. A RISQ é uma organização pertencente às universidades do Quebec, que interliga todas as universidades e colégios da província. Desde 1997 Robert Proulx e sua equipe foram envolvidos na distribuição de mais de 15.000 km de rede de fibra ótica. Robert Proulx recebeu em 2001 o Prêmio "Canarie IWAY" pela sua contribuição ao desenvolvimento das redes de banda larga no Canadá.

Evolução das Redes Metro
antonio_abelem.pdf
Antônio Jorge Gomes Abelém (UFPA)

O cenário mundial de Redes de comunicações está passando por um processo de mudanças de paradigmas, em virtude, principalmente, do surgimento de novas tecnologias de transmissão óptica, como o WDM. O modelo tradicional de contratação de serviços das operadoras está dando lugar ao modelo de investimento em capacidade própria de comunicação, através de condomínios e consórcios. As redes metro estão acompanhando essa tendência, com o objetivo de reduzir custos e melhor se adequar às novas demandas de serviços dos usuários finais. A palestra apresenta os principais motivos para a evolução das redes metro; quais os principais problemas; quais as novas tecnologias e como elas estão se propondo a solucionas tais problemas; e conclui ilustrando alguns exemplos de redes metro implantadas recentemente (ou em fase de implantação) no Brasil e no exterior.

Antônio Jorge Gomes Abelém graduou-se em Engenharia Elétrica, opção eletrônica, em 1990, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Obteve o título de mestre em Engenharia Elétrica, com ênfase em Sistema de Computação, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), em 1994 e o de Doutor em Informática também pela PUC-Rio, em 2003, com ênfase em Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos. Professor efetivo do Departamento de Informática da UFPA desde abril de 1996. Professor-pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da UFPA. Dentro de suas atividades de pesquisa, vem investigando  a difusão seletiva (multicast) nas inter-redes IP, seu modelo de serviço, sua adequação ao tráfego multimídia, e sua interação com qualidade de serviço (QoS) e com redes ópticas. Ministrou mini-curso no SBRC2002 sobre "Inter-redes IP Baseadas em Redes Ópticas". Também ministrou palestras sobre "Comunicação Multiponto" e "Comunicação Óptica" nos Seminários de Capacitação Interna da RNP, respectivamente em 2001 e 2002. Atuou como consultor na área de redes ópticas para a RNP, referente ao projeto GIGA, no período de ago/2002 a nov/2002.

Suporte à Mobilidade na USPnet
edson_moreira.pdf
usp_net.wmv
Edson dos Santos Moreira (USP)
Edson@icmc.usp.br

O uso de PDAs, tablets, notebooks e das novas capacitades da telefonia IP agrega valores importantes à comunidade acadêmica, principalmente no que tange `a mobilidade. A distribuição de tráfego gerado por estes equipamentos pelo no backbone do campus, pode inflingir grande impacto à infra-estrutura, principalmente no que tange à QoS, Segurança e Gerenciamento, muitas vezes inibindo o seu potencial de uso. Esta palestra descreve estratégias de implantação destes serviços na rede de comunicação da USP.

Edson dos Santos Moreira professor Livre Docente da Universidade de São Paulo, formou-se Engenheiro Eletrônico (1982) e mestre em Física (1984) pela USP e PhD pela Universidade de Manchester, Reino Unido (1989).  Orientou 34 dissertações de mestrado e 5 de doutorado em Redes de Computadores e Multimídia Distribuída. Tem vários artigos publicados em anais de congressos e periodicos nacionais e internacionais. Foi Chefe de Departamento de Computação (1996-1998) do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (USP) e é Coodenador do Centro de Computação Eletrônica da mesma universidade.

Rede CUDI
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Carlos Casasus (CUDI)

CLARA- Cooperación Latino-Americana en redes avanzadas
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Carlos Frank (Retina)

Como resultado de un intenso y extenso trabajo de los integrantes de las Redes Academicas de America Latina y Caribe, por mas de 10 años, se ha constituido una organización que nuclea un número importante de representaciones de las redes de los paises de la Región.

Además de los antecedentes de actividades conjuntas, tanto en la capacitación de operadores, como en la cooperación permanente, se han dado una serie de circunstancias que han actuado como catalizador en la presente formalizacion de las relaciones, a traves de CLARA, cuyos estatutos fueron firmados en Junio de 2003 en Mexico y gestionada la inscripción oficial como organización internacional en Uruguay (similar a LACNIC, y, contando además con la colaboracion de esta reciente entidad que nuclea los centros de informacion de la red, y nos representa en Icann).

Dichas circunstancias han sido: - El inicio de la conectividad de algunos de los paises a Redes Avanzadas, en particular Internet 2 a traves del proyecto Ampath, (FIU-GC) con la participacion de Chile, Brasil, Venezuela y Argentina, a los que se suma la red Cudi de Mexico, quienes ya estan incluidos en esta tecnologia por otros canales. - El interés de los paises de la comunidad Europea, y la definicion de mecanismos de financiacion disponibles para promover la conectividad entre los integrantes de la Region de America Latina y de estos en conjunto con GEANT la red europea. - La madurez en las relaciones entre muchos de los paises de la region en estos temas, con un conocimiento y confianza mutuas, que permite facilitar la tarea conjunta.

Esta convergencia de factores, han coadyuvado a la concrecion del proyecto ALICE, (America Latina Interconectada con Europa), incluida en la linea de financiamiento de @lis de la Comunidad Europea, que se encuentra en avanzada etapa de definicion y puesta en marcha. Se estima tener 18 paises de la region conectados a la Troncal de la Red.Clara para fines de 2004. CLARA tiene por su parte, objetivos que exceden el marco de @lis, y continuara mas alla de dichos objetivos.

Carlos Frank é engenheiro pós graduado pela Universidad Tecnológica Nacional, sendo Diretor do Serviço de Computação e Comunicações desde 1984. É um responsáveis pela estruturação da Internet na Argentina e coordenador de projetos na Retina - Redes Academicas en Argentina e Internet2.

CENIC
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John Silvester

NLR - National Lambda Rail
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Jacqueline Brown (University of Washington/Pacific Northwest Gigapop)

Projeto Euro6ix
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Carlos Ralli

Creating a New Networking Environment for Research and Education in the United States
Criação de um Novo Ambiente de Rede para Educação e Pesquisa nos Estados Unidos
Ana Preston (Internet2)

Nesta apresentação, daremos um panorama atualizado de diversos esforços de rede avançada intimamente relacionados nos Estados Unidos. A Rede Abilene de segunda geração oferece à comunidade acadêmica de pesquisa norte-americana recursos IPv4/IPv6 de alta velocidade. Daremos ênfase ao projeto Abilene Observatory (Observatório Abilene), um esforço para disponibilizar para a comunidade acadêmica de rede um amplo arquivo de dados de rede e espaço de co-locação. Uma mudança fundamental está ocorrendo na natureza e no escopo das redes regionais, visto que diversas redes ópticas regionais (RONs) agora estão em desenvolvimento. A disponibilidade da fibra escura criou novas oportunidades para o desenvolvimento tanto de redes regionais quanto nacionais, incluindo a National LambdaRail - NLR (Rede Lambda Nacional). Finalmente, discutiremos o novo projeto Internet2 - Hybrid Optical and Packet Infrastructure - HOPI (Infra-estrutura Híbrida Óptica e de Pacote) - que criará uma nova plataforma de testes de arquitetura de rede utilizando os recursos da Rede Abilene e um comprimento de rede de 10-Gbps que a Internet2 receberá na NLR. Um relatório inicial da equipe de design da HOPI pode ser encontrado no endereço http://hopi.internet2.edu.



Painel de Aplicações Avançadas

Aplicativos de alto desempenho de processamento e de rede em bioinformática e genomica
Wim Degrave, Antonio B. de Miranda, Rafael de Vasconcellos Gloria, Paulo Costa Carvalho, Daniel Mascarenhas Tavares, Priscila V. Capriles, Marcus Catanho, Marcelo Alves Ferreira, Thomas Dan Otto, Ana Carolina R. Guimarães (Fiocruz)

Na pesquisa biomédica e biotecnológica, a bioinformática ocupa hoje uma posição central e crucial, devido à complexidade dos problemas, à sofisticação crescente das soluções computacionais desenvolvidas, e principalmente devido ao volume dos dados disponíveis. De fato, estes bancos de dados com informações genéticas e genômicas (e.g. sequências nucleotídicas e proteicas com as suas anotações) são de suma importância para o planejamento e na análise de dados em qualquer pesquisa de biologia molecular, genoma e biotechnologia nas áreas biomédica, veterinária, agronômica e meio ambiente. Estes bancos tem crescido ao longo dos últimos anos de forma exponencial, duplicando em tamanho a cada 6 meses. A última versão do banco de dados EMBL (somente sequências nucleotídicas) contêm mais de 30 milhões de entradas, somando mais de 35 bilhões de nucleotídeos.
Adiciona-se a isto diversos bancos de dados de informações primárias e suas anotações, como o Swissport/TREMBL e PDB (Protein Database com estruturas proteicas, e um grande número de bancos de dados secundários.

Atualmente, além do mapa completo do genoma humano e de alguns outros vertebrados e plantas, mais de 1.000 vírus e mais de 100 microrganismos já tiveram seus genomas inteiramente seqüenciados. Os genomas de inúmeras organelas, plasmídios, viróides e bacteriófagos também foram seqüenciados e mais de 130 novos projetos genomas estão em andamento neste momento (National Center for Biotechnology Information web site, Genomic Biology, Genomes http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?db=Genome). 
A distribuição, manutenção e atualização diária ou semanal destes bancos pelos principais centros de bioinformática oferece um problema crescente, e não há um ponto de distribuição na América Latina. Alguns centros, como aqueles participantes na rede EMB (EMBnet, http://www.embnet.org) no México, Cuba, Brasil, Argentina, Chile devem se empenhar em oferecer este serviço, altamente dependente de espaço de armazenamento disponível em disco, e rede internet de banda larga.

A análise desta enorme quantidade de dados biológicos de forma maciça, utilizando ferramentas computacionais como por exemplo BLAST (Basic Local Alignment Search Tool), alinhamentos multiplos, filogenia, modelagem molecular ou estudos estruturais, tem um elevado custo computacional, exigindo a utilização de supercomputadores, sistemas com espaço disponível para armazenamento de dados (disco rígido), memória (RAM) e velocidade de processamento cada vez maiores, o que freqüentemente inviabiliza o desenvolvimento de tais projetos por laboratórios que não disponham de muitos recursos, devido aos altos custos de aquisição, de manutenção e de atualização destas máquinas. 

A Ciência da Computação, aplicada à computação de alto desempenho, é capaz de nos oferecer duas alternativas para solucinar este problema: clusters e grids de computadores, utilizando-se computadores de pequeno porte, a preços acessíveis.  O conceito de grid é uma extensão do conceito de cluster, no qual os recursos computacionais existentes (computadores, redes, discos rígidos, processadores, memória e até mesmo clusters) são utilizados de acordo com as suas disponibilidades,  não existindo a necessidade de dedicar recursos exclusivamente ao sistema, como ocorre em clusters, permitindo que os mesmos sejam utilizados independentemente. Atualmente, os softwares disponíveis para computação em grid são construídos com ferramentas básicas que intermediam a comunicação entre os aplicativos e a rede, permitindo o compartilhamento de recursos computacionais (middlewares). No entanto, muitos destes softwares não suportam múltiplas plataformas e sua instalação e atualização não são triviais, tornando-se difícil e trabalhosa a realização destas tarefas em todas as estações de trabalho, localmente ou remotamente (The Globus Alliance website http://www.globus.org; Condor Project website http://www.cs.wisc. edu/condor).

A utilização destas ferramentas exige redes de alto desempenho (gigabit), seja na utilização de processamento distribuído, e principalmente na utilização de bancos de dados distribuídos.
Nosso grupo é ativo tanto na geração de dados primários, na modelagem de bancos de dados, na prestação de serviços de consulta e análise, e no desenvolvimento de soluções de grid simplificados.

Telemedicina
Renato Sabattini (EduMed) via videoconferência

O projeto LBA, coleta, análise, transmissão de disseminação de dados para estudos ambientais
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Osvaldo Luiz Leal de Moraes (UFSM)

Nesta palestra apresentar-se-á o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (Large Scale Biosphere-Atmosphere Experiment in Amazonia, LBA) que é uma iniciativa internacional de pesquisa e foi planejados para gerar conhecimentos necessários à compreensão do funcionamento climatológico, ecológico, biogeoquímico e hidrológico da Amazônia e do impacto das mudanças dos usos da terra nesse funcionamento. Também será mostrado como os dados coletados neste projeto são gerenciados e disseminados. A ênfase do LBA são observações e análises que ampliam a base de conhecimentos sobre a Amazônia em seis áreas: Física do Clima, Armazenamento e Trocas de Carbono, Biogeoquímica, Química da Atmosfera, Hidrologia, e Usos da Terra e Cobertura Vegetal. O programa foi delineado para tratar das questões principais levantadas na Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas. Para tal, dados e análises são utilizados para definir o estado presente do sistema Amazônico e sua resposta a perturbações atuais, e são complementados com resultados de modelos para proporcionar um entendimento quanto a possíveis mudanças no futuro. Todos os dados obtidos no LBA são disponibilizados, no menor tempo possível para os demais colaboradores do projeto e, antes do término do projeto, serão colocados sob domínio público. O LBA produz um grande e complexo banco de dados e um sistema de gerenciamento do mesmo, baseado nos padrões desenvolvidos com sucesso em experimentos prévios sobre as interações superfície-biosfera-atmosfera foi criado. O banco de dados atua como um repositório de todos os dados do LBA, incluindo dados de satélite, do esquema 4DDA e aqueles obtidos pelos grupos individuais de pesquisa. Os dados passam por um controle de qualidade, são colocados em um formato comum, e estão à disposição de toda comunidade do LBA o mais rapidamente possível e são transferidos para um arquivo permanente. Para facilitar o uso dos dados por pesquisadores não-vinculados ao LBA, cada conjunto de dados é cuidadosamente documentado e colocado dentro de uma estrutura ordenada, a fim de permanecer útil após o encerramento do projeto.

Osvaldo Luiz Leal de Moraes é Bacharel, Mestre e Doutor em Física pela UFRGS. Tem Pós Doutorado em Ciências Atmosféricas na Universidade de Nova York, é Pesquisador do CNPq, Membro do Comitê de Avaliação da CAPES dos Programas de Pós em Geociêcias e Membro do Comitê de Geociências da FAPERGS.

Astronomia
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Kepler de Souza Oliveira Filho (UFRGS)

Kepler de Souza Oliveira Filho é Presidente da Sociedade Astronômica Brasileira, Presidente do Conselho Diretor do Whole Earth Telescope, Representante do Brasil no Comitê Científico do SOAR (SOuthern Astrophysical Research Telescope) e hefe do Departamento de Astronomia da UFRGS.

Física
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Alberto Santoro (UERJ)

Esperamos dar uma visão resumida dos projetos de Malha Computacional (GRID), sua origem na Física de Altas Energias e os principais desenvolvimentos Internacionais e Nacionais na Física de Altas Energias. Também daremos uma visão global do principal obstáculo para o desenvolvimento destes projetos (Digital Divide).



Palestras técnicas

Projeto PlanetLab
Serviços de rede em escala planetária
dorgival_guedes.pdf
Dorgival Olavo Guedes Neto
dorgival@dcc.ufmg.br

Planetlab é uma plataforma aberta distribuída ao redor do globo para o desenvolvimento, implantação e oferecimento de serviços em escala planetária. Nós do projeto viabilizam tanto pesquisas de curto prazo quanto serviços de longa duração, oferecendo um ambiente variado em termos de conectividade e capacidade. Até o momento, mais de 450 projetos de universidades e laboratórios de pesquisa utilizam a rede, hoje com mais de 375 nós, em 156 sites espalhados por 20 países. O Brasil está entrando nessa lista, com pelo menos 4 sites instalados na RNP. Nesta palestra será apresentada uma visão global do projeto, suas premissas básicas, as principais linhas de pesquisa em atividade e o processo de integração de novos pesquisadores a essa comunidade.

Dorgival Olavo Guedes Neto é Professor do Departamento de Ciência da Computação da UFMG, formado em Engenharia Elétrica e Mestre em Ciência da Computação por aquela universidade e Ph.D. em Ciência da Computação pela University of Arizona, Tucson. Trabalhando na área de Redes de Computadores e Aplicações Distribuídas, ele é o pesquisador responsável pelo nó PlanetLab instalado na UFMG.

Projeto LoCI
Building on IBP: Adding Programmable Storage to Network Infrastructure
hunter_hagewood.pdf
Hunter Hagewood
hagewood@utk.edu

Aplicações computacionais de alto desempenho geram e consomem quantidades significativas de dados. Isso cria sérios problemas para aqueles que administram as redes e sistemas usados pelas aplicações, tanto em termos de banda como em termos de armazenamento. Esta situação tem como agravante a atual tendência do uso de sistemas distribuídos. O Internet Backplane Protocol permite a criação de um sistema “escalável” de armazenamento, com alto desempenho de transferência através da agregação de recursos físicos distribuídos e paralelização de ambos os processos. Além disso, o seu tratamento de dados permite o aproveitamento destes benefícios por quase qualquer tipo de aplicação, inclusive transmissão de mídia e acesso a informações por “thin clients”. Hagewood apresentará a tecnologia de logística de rede e seus devidos componentes. Ele também demonstrará aplicações já existentes e falará sobre o impacto que a logística de rede está tendo nas redes de pesquisa. No final da sua apresentação será sorteado um sistema multiterabyte de armazenamento.

Hunter Hagewood é formado em Computer Information Systems (Lipscomb University) e tem mestrado em Information Sciences (University of Tennessee). Trabalhou no setor comercial por três anos (BPS&M e Lockheed Martin Information Systems) antes de ingressar no meio de pesquisa acadêmica, em 2000. Sua iniciação foi no projeto Internet2 Distributed Storage Infrastructure, onde atuou como administrador de sistemas e conteúdo. Eventualmente ocupou o cargo de Coordenador de Operações do Logistical Computing and Internetworking Laboratory (LoCI) onde manteve os recursos necessários para o andamento dos projetos. O LoCI encontra-se na University of Tennessee e é comandada pelo Dr. Micah Beck. Recentemente, Hagewood mudou-se para João Pessoa (PB), onde exerce as funções de administrador do testbed de logística de rede e assistente do Grupo de Trabalho de Vídeo Digital da RNP.

Implementando uma NGN: Visão da Embratel
marcio_patusco.pdf
Marcio Patusco

O contexto tecnológico de convergência atual; motivadores e barreiras à introdução da NGN; arquitetura TDM x NGN Elementos de rede da NGN; a implementação da Embratel; topologia e facilidades; características dos elementos de rede; situação mundial de implementação.

Formado em Engenharia de Telecomunicações pela PUC-RJ, trabalhou na Nec do Brasil na implantação da RNTx, quando em 1981 ingressou na Embratel. Trabalhou em diversas áreas da empresa, representou o Ministério das Comunicações em  reuniões internacionais e é autor do Livro Rede Digital de Serviços Integrados. Na Embratel, foi responsável pela implementação das tecnologias RDSI, ATM, Rede Inteligentes, NGN, entre outras e atualmente é Coordenador de Novas Tecnologias na Diretoria de Projetos e Administração de Redes.

Sun Microsystems
Jorge Medeiros (Sun)

Videoconferência IP na rede acadêmica brasileira
Graciela Machado Leopoldino Martins
graciela@rnp.br
Marcus Vinicius Mannarino
vinicius@rnp.br

Sistemas de videoconferência permitem que pessoas que estejam em locais diferentes realizem reuniões em tempo real, com transmissão e recepção simultâneas de áudio, vídeo e dados. A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa está criando um serviço de videoconferência para a comunidade acadêmica brasileira. O serviço utilizará o padrão H.323 e será baseado no uso de uma MCU (Multipoint Control Unit). A apresentação mostrará uma abordagem institucional e técnica do piloto do serviço.

Graciela Machado Leopoldino Martins trabalha no Centro de Competência em Aplicações (CCA) da RNP como analista de tecnologia da informação. É bacharel em Ciência da Computação pela UNESP, no IBILCE em São José do Rio Preto, e Mestre na mesma área pela USP, no ICMC em São Carlos. É coordenadora técnica dos serviços de videoconferência e vídeo digital que estão sendo implantados na RNP.

Marcus Vinicius Mannarino trabalha na RNP desde 95. Atualmente, desempenha a função de Gerente do Centro de Informações. É formado em Comunicação, com bacharelado em Jornalismo, e Mestre em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ. É autor do livro "Webjornal: veículo de comunicação e sistema de informação".

Pad Tec
jorge_salomao.pdf
Jorge Salomão Pereira (PadTec)



Grupos de Trabalho RNP

Grupos de Trabalho RNP
Michael Stanton (RNP)

GT Vídeo
guido_lemos.pdf
Guido Lemos de Souza Filho (UFPB)

GT VoIP
Paulo Aguiar (UFRJ)

GT ICP-EDU
ricardo_custodio.pdf
Ricardo Felipe Custódio (UFSC)

GT P2P
djamel_sadok.pdf
Djamel Sadok (UFPE)

GT Diretório
osvaldo_carvalho.pdf
Osvaldo Farhat de Carvalho (UFMG)

GT Configuração
lisandro_granville.pdf
Lisandro Granville (UFRGS)

GT QoS
jose_suruagy.pdf
José Augusto Suruagy Monteiro (UNIFACS)

 

Mais informações:
wrnp2@rnp.br